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Caixa Econômica aplica na habitação saneamento e infra estrutura

CAIXA APLICA R$ 18 BI EM HABITAÇÃO, SANEAMENTO E INFRA-ESTRUTURA EM 2006

Brasilia, 16 de Janeiro de 2007

Orçamento previsto para habitação em 2007 é de R$ 12 bilhões

Atingindo marca histórica, a Caixa Econômica Federal fechou 2006 com R$ 18,1 bilhões aplicados em desenvolvimento urbano, sendo R$ 13,8 bilhões em habitação e outros R$ 4,2 bilhões em saneamento e infra-estrutura. Na área habitacional o montante atendeu 600.399 famílias, das quais 73% têm renda mensal bruta de até cinco salários mínimos – faixa de renda na qual se concentram 92% do déficit habitacional (7,9 milhões). Os números foram anunciados esta manhã, pela presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho, e pelo Ministro das Cidades, Márcio Fortes, em Brasília (DF), na sede do banco.

Para este ano, o orçamento inicial é de R$ 12 bilhões, 17,6% mais que os R$ 10,2 bilhões disponibilizados inicialmente no ano passado. Ressalte-se que o volume deve ser ampliado dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – previsto para ser anunciado pelo Presidente Lula no próximo dia 22.

Na CAIXA, no último ano as contratações habitacionais registraram um crescimento de 51,6% em relação ao ano de 2005, quando o banco financiou R$ 9,1 bilhões – até então o melhor resultado em uma década. Apenas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foram aplicados R$ 7,3 bilhões, dos quais R$ 1,8 bilhão em subsídios para famílias de baixa renda.

Segundo o ministro das Cidades, se aos recursos aplicados pela CAIXA forem somados os R$ 6,2 bilhões contratados pelos demais bancos que operam com recursos da poupança e outros R$ 444,8 milhões do Programa de Subsídio para Habitação de Interesse Social (PSH), 2006 revela-se um ano extraordinário para a habitação no Brasil. “Isso totaliza R$ 20,4 bilhões aplicados na aquisição, construção ou reforma da casa própria”, disse Fortes. “Esse número, acrescido das poupanças das famílias e da contrapartida do poder público, representa um volume total de investimentos superior a R$ 27 bilhões”, completou o Ministro.

Para a presidente da CAIXA, o bom desempenho de 2006 é resultado da política habitacional do Governo Federal e dos esforços conjuntos do Ministério das Cidades e dos bancos para facilitar o acesso dos brasileiros à moradia.

“Desde 2003 temos buscado ano a ano melhorar o desempenho das contratações habitacionais. O resultado está aí: recorde na aplicação de recursos do FGTS, recorde também nos investimentos de recursos da CAIXA (R$ 3,9 bilhões) e no atendimento às famílias de baixa renda”, afirma Maria Fernanda. “Se compararmos os R$ 5,1 bilhões investidos em 2003, o ano passado apresenta um crescimento de 170,7%. O que equivale a uma taxa média de crescimento anual de 39,3%”, completa a executiva.

BAIXA RENDA – O Programa de Arrendamento Residencial (PAR) aplicou R$ 1,27 bilhão, repetindo o bom desempenho alcançado em 2005, quando foi contratado o mesmo volume.

Aumentando o poder de compra de famílias com renda mensal de até cinco salários, os subsídios com recursos do FGTS atingiram R$ 1,8 bilhão, representando um crescimento de 81% em relação a 2005. Este resultado é ainda mais expressivo quando comparado a 2003 – 373% de evolução. A taxa média anual de crescimento é de 67,8%.
Do total subsidiado para a baixa renda, 66% (R$ 1,2 bilhão) foram direcionados para famílias com rendimento mensal de até três salários mínimos, faixa na qual se concentra mais de 82% do déficit habitacional. Esse valor, 124% maior que o liberado em 2005, representa grande esforço de atuação do governo para a redução do mencionado déficit.

“Com relação aos recursos para habitação de interesse social, a aplicação para as faixas de renda até cinco salários mínimos também foi recorde. Alcançou 85% dos contratos realizados com recursos do FGTS em 2006, frente aos 77% de 2005, 71% de 2004 e 57% em 2003”, disse a presidente da CAIXA.

Mais que facilitar o acesso à casa própria, os investimentos em habitação, no ano passado, propiciaram resultados socialmente relevantes: mais de 1,3 milhão de empregos gerados, direta e indiretamente, e 2,4 milhões de pessoas beneficiadas.

SANEAMENTO E INFRA-ESTRUTURA – O ano de 2006 também foi marcado pelo bom desempenho dos investimentos em saneamento e infra-estrutura. Foram R$ 4,2 bilhões contratados, com previsão de beneficiar 19,7 milhões de pessoas e expectativa de gerar mais de 781 mil empregos.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal

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